Joaquim Manuel Brandão dos Santos
Conselheiro de Saúde Física e Emocional
Villa Hostilina - Kosmosgym - Lamego
Na época das energias quânticas, dos quazars, da super informática, do conhecimento virtual e das transcendências, ainda não sabemos verdadeiramente como nos alimentarmos.
Esquecemo-nos de que a comida que consumimos determina quase por completo o estado de saúde do nosso corpo (e não só).
Há muita informação contraditória, muitos regimes diferentes, o que só serve para criar confusão naqueles que nunca se debruçaram seriamente sobre a ciência da alimentação.
Grande parte do que usamos hoje na alimentação foi concebido para o prazer sensual gustativo, minando a nossa energia e arrastando-nos para diversos problemas de saúde.
Se já no passado cientistas da nutrição tais como Luís Kuhue, Sebastião Kneipp, Lazaeta Acharan,
Dr. Amílcar de Sousa, Dr. Félix, Clínica Bircher Berner, Dr. José de Castro e tantos outros, nos chamavam a atenção para o elevado risco de uma alimentação pouco natural e desiquilibrada, hoje em dia mais atentos devíamos estar em relação à nossa nutrição. Muita gente sabe (embora esqueça diariamente) que muitas vezes comer numa mesma refeição, dois bons alimentos pode causar (devido à sua má compatibilidade) sérios problemas digestivos e consequentemente de saúde.
Também todos nós sabemos que o píloro gástrico só se abre para dar passagem ao bolo alimentar quando os alimentos já estão devidamente preparados pelos sucos gástricos.
No entanto poucos sabem que ao comer ao mesmo tempo 2 alimentos que precisam de tempo diferente para serem preparados pelos sucos gástricos, o que ficou preparado mais cedo fica a fermentar causando ácidos (azias) inconvenientes para a continuidade da digestão e assimilação dos alimentos.
Já não falando da selecção que se deve fazer entre alimentos que são electrodinâmicos e os alimentos electroestáticos.
E também que a alimentação devia ser adaptada ao tipo biológico de cada pessoa.
Embora aparentemente possamos pensar, à primeira vista, que temos um real corpo físico, à luz das recentes descobertas o nosso corpo não passa de um aglomerado de átomos em movimento energético constante.
Com as recentes descobertas de nanotecnologia chega-se à conclusão de que o nosso corpo é energia.
Se somos criaturas de energia temos de aprender e saber comer alimentos que mantenham ou aumentem e equilibrem os nossos níveis de energia e portanto nos mantenham em saúde e aumentem a nossa longevidade.
Mas toda a energia tem um estado vibracional e uma frequência específica.
Muito do que comemos em vez de manter ou aumentar a nossa capacidade energética, diminuem-na.
Não se trata aqui das famigeradas calorias (que muita gente procura controlar), mas sim do tipo de energias que ingerimos e ou das suas cargas e electromagnéticas (energias).
Quase todas as doenças resultam duma alteração ao nível da frequência vibracional, e duma intoxicação local ou generalizada.
Quando aparecem essas alterações originam-se situações anómalas que levam à desincorporação de órgãos, de sistemas, e corporais.
Quando células ou órgãos do nosso organismo perdem a sua natural vibração/frequência, ganham composições químicas alteradas (mais ácidas) que originam o início de uma deterioração progressiva e sequente decomposição.
Quando há alteração celular (atómica-magnética) inicia-se o caminho para a necrose (morte de células, tecidos ou partes de um órgão por infecção ou perturbação da irrigação sanguínea).
Além disso muito do que comemos não é devidamente metabolizado por desequilíbrio energético, originando resíduos nos nossos corpos. Estes resíduos tornam-se também muito ácidos, inconvenientes e de difícil eliminação, depositando-se nos nossos órgãos e tecidos, criando bloqueios e outras perturbações.
Quando um organismo armazena demasiados residuos ácidos fica exposto à virulência de micro-organismos que se desenvolvem nesse ambiente.
Quase todas as doenças humanas resultam de situações deste género.
O naturopata Luis Kuhue já referia esta situação numa época em que não se pensava nas energias quânticas.
E mais, já ele dizia que era possível fazer regredir muitas doenças se adoptássemos uma alimentação natural e aplicássemos práticas diversas de hidroterapia e actividade física para expulsar os resíduos armazenados no corpo.
Nada mais simples do que fazermos uma selecção do que precisamos para a nossa alimentação.
O excesso de cozinhados, de carnes, de doces, de café, de álcool, de farinhas refinadas e a falta de frutas, de legumes frescos e saladas e seus sucos, alteram por completo o equilíbrio energético/vibracional/frequencial, ou seja o ambiente interno do nosso corpo.
O nosso corpo é um microuniverso e por isso sujeito às mesmas leis naturais do macrocosmos.
A natureza do universo nunca perde as suas leis, os seus direitos.
Estamos a chegar a uma época em que o Homem começa a perceber que é mais do que aparentemente um corpo.
O Ser Humano é um ser espiritual em evolução.
Uma alimentação natural, científica, pode contribuir completamente para facilitar a ascensão espiritual do Ser Humano.
Abril 2010
JM Brandão dos Santos